Coluna ‘Enfim, sós’ – Como me casei aos 25 anos

25 05 2009

bride

Na verdade, nunca sonhei em me casar. Sempre achei que ia terminar morando junto com um carinha e embuchando quando fosse a hora de embuchar. Mas casar mesmo, nunquinha! Amigos voyeres, eu até achava ridículas aquelas meninas que ficavam repetindo o mantra: ‘To ficando pra titia, já tenho 25, até conhecer um cara legal terei 26, até noivarmos 27, até planejar o casamento 28, até casar 29, até ter filho 30’.

Não me julguem… Como eu podia adivinhar que ia encontrar meu Ogrinho antes dos 30 anos? Pra vocês terem uma noção da falta de planejamento, eu já conhecia meu Ogro antes mesmo de reparar nele e, quando reparei, nem estava muito a fim de conhecer ninguém. Eu estava naquela fase ‘eu me basto’, ‘Homem é Tudo Palhaço’ e ‘na próxima vida quero ser lésbica’. Acredito que se fosse qualquer outro, eu cagaria solenemente.

Pois bem… Quando reparei já estava namorando sério e, depois da segunda piscadela já estava noiva, de apartamento comprado e planejando a festa de casamento. Casamento… Hum… Essa foi outra surpresa. A primeira idéia era casar na praia, com um vestidinho florido, em uma cerimônia para amigos mais íntimos, família mais próxima e com um amigo ‘Joey’ como mestre de cerimônias. Quem disse que consegui o que queria? As coisas mudaram tão rapidamente de proporção, que nem sei ao certo como fui acabar gastando trinta mil em uma festa para 250 convidados e dentro de um vestido que pesava 3 quilos. A única coisa que consegui manter foi não casar na igreja, até porque hipocrisia tem limites e eu sou agnóstica, kct!

Enfim, amiguinhos voyeres, não estou reclamando da minha vidinha, só estou dizendo que parece que cai aqui de pára-quedas e que não deu tempo pra me preparar direito pro que vinha. Pois bem, curtam comigo as peripécias da minha vidinha mais ou menos. E não percam: no próximo post tem a história do dia fatídico – o casamento!